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Cinema » PREMIAÇÃO

Chorão: Marginal Alado é eleito pelo público como melhor documentário da 43ª Mostra Internacional de Cinema; confira os vencedores

Premiação aconteceu na quarta-feira (30)

Redação Publicado em 31/10/2019, às 10h12

Chorão: Marginal Alado é eleito pelo público como melhor documentário da 43ª Mostra Internacional de Cinema
Chorão: Marginal Alado é eleito pelo público como melhor documentário da 43ª Mostra Internacional de Cinema - Divulgação/Mostra Internacional de Cinema

Realizada entre 17 e 30 de outubro de 2019, em São Paulo, a 43ª edição da Mostra Internacional de Cinema foi encerrada na noite de quarta-feira (30), com uma cerimônia e a premiação dos melhores filmes da exposição deste ano. O evento aconteceu no Auditório Oscar Niemeyer, no Parque do Ibirapuera, e foi apresentado por Serginho Groisman, do Altas Horas, e a cineasta Renata de Almeida.

O público elegeu o documentário Chorão: Marginal Alado, sobre a vida do vocalista da banda Charlie Brown Jr., como o melhor na categoria. A produção, dirigida por Felipe Novaes, traz histórias da vida de Chorão desde a fundação da banda até os seus momentos finais, quando entrou em depressão e passou a abusar de substâncias tóxicas, morrendo em 2013. Champignon, companheiro de banda, está no documentário com uma entrevista gravada sete dias antes do músico tirar a própria vida, seis meses após a morte de Chorão.

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Quem ficou com o prêmio de Melhor Documentário Internacional foi A Grande Muralha Verde, do produtor-executivo Fernando Meirelles (de Cidade de Deus). No longa, acompanhamos Inna Modja, uma cantora e ativista que trabalha na ambiciosa tarefa de fazer crescer um muro de árvores de oito mil quilômetros que circunda todo o continente africano.

Outro premiado pelo público foi Pacificado, com José Loreto e Débora Nascimento, que ganhou na categoria de Melhor Ficção Brasileira. Na história, uma garota de 14 anos tenta manter a mãe distante das drogas e de um ex-traficante com quem se envolvia e está finalmente livre após passar anos na cadeia. Por fim, o sul-coreano Parasita, onde uma família se vê envolvida em uma série de problemas após o filho deles arrumar um trabalho como tutor para ajudar na renda de casa, recebeu o prêmio de Melhor Ficção Internacional.

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O júri internacional elegeu Honeyland, sobre uma mulher que cuida de uma colônia de abelhas na Macedônia do Norte, como o Melhor Documentário desta edição; e o alemão System Crasher, sobre uma menina de nove anos com problemas de sociabilidade, e o australiano Dente de Leite, que conta o romance entre uma garota doente e um traficante drogas, como os melhores longas de ficção.

A crítica elegeu Aos Olhos de Ernesto, que conta a história de um fotógrafo uruguaio vivendo as limitações da velhice, como o melhor longa brasileiro, e Honeyland como o melhor estrangeiro.

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Outros premiados foram O Campo dos Lobos Guarás, de Bárbara Cunha e Paulo Caldas, com o prêmio de incentivo Projeto Paradiso, e o documentário Currais, dos diretores David Aguiar e Sabina Colares, com o Prêmio da Abraccine, que elege o melhor filme de diretores estreantes.

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