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Malévola 2: O que esperar de Dona do Mal segundo Angelina Jolie, Elle Fanning e a crítica especializada

Novo longa cria mais uma vez uma história inédita baseada no conto clássico da Bela Adormecida

Júlia Andrade Publicado em 16/10/2019, às 09h00

Angelina Jolie como Malévola
Angelina Jolie como Malévola - Divulgação/Disney

Malévola: Dona do Mal finalmente chega aos cinemas nesta quinta-feira (17) e, como sequência do filme que traz o nome da vilã como título, a produção faz uma continuação do enredo baseado no conto de fadas clássico de A Bela Adormecida, focado na madrinha de Aurora.

Em junho de 2015, a Disney anunciou que o novo filme estava em andamento e foi em abril de 2016 que houve a confirmação de que Angelina Jolie retornaria como intérprete da protagonista.

De volta ao papel da fada do conto A Bela Adormecida, Jolie agora encarna Malévola num contexto em que traz a princesa Aurora (Elle Fanning) um pouco mais velha e prestes a se casar com o príncipe Phillip (Harris Dickinson) e, como futura nova rainha de Moors, é tratada como filha pela sogra, a Rainha Ingrith (Michelle Pfeiffer).

Angelina Jolie em Malévola 2. (Divulgação/Disney)

 

A relação entre Aurora e Ingrith deixa Malévola furiosa, causando ainda mais impactos na frágil relação entre os humanos e as criaturas mágicas.

Elle Fanning falou sobre sua versão de Aurora no evento de lançamento da produção em Los Angeles, na Califórnia. “No segundo filme, ela encorpou um amor pela vida. Ela vive entre dois mundos; ela é humana mas também é rainha dos Moors, e cresceu em meio a eles”, afirmou.

“Ela vive harmoniosamente dos dois lados [humano e mágico], e não entende por que o mundo não consegue fazer isso. Ela se fortaleceu e tem muito mais convicção em si mesma, aprendeu a confiar na sua independência. Eu amo o tema familiar no filme, porque é muito realista em relação à vida real, a respeito de crescer e deixar o ninho, sobre ela tomar as próprias decisões na vida”, completou.

Em entrevista ao O Globo, Angelina Jolie comentou sobre o que o filme aborda. “O que acho bonito na sequência é que no centro da discussão está o direito de Aurora defender o que quer: um casamento, formar uma família própria com o príncipe que ela ama”, afirmou. “Esse filme é sobre abraçar sua verdadeira natureza. Espero que encoraje as pessoas a aceitarem quem são. Elas podem ser suaves, guerreiras, selvagens… Não importa, contanto que seja real”, completou.

O lançamento da produção se alinha ao aniversário de 60 anos da animação da Disney de A Bela Adormecida. Fanning explicou à Variety como o papel de princesa da Disney evoluiu desde a estreia do filme da década de 1950.

"O mundo em que estamos está evoluindo, você sabe, de várias maneiras - talvez não de muitas maneiras com algumas coisas", disse. “Mas com o cinema, temos que retratar o mundo, projetar o que queremos ver no mundo, especialmente para a nossa juventude e nossas meninas e meninos também. Então, espero que esteja indo em frente", completou.

++ Nos bastidores, Angelina Jolie mostra como se transforma em Malévola

"Eu acho que com este filme, certamente é", continuou. "Temos três mulheres no centro e elas estão usando sua força e seu poder de maneiras muito diferentes. E Aurora, para mim, está apenas se mantendo fiel a si mesma. [Em] muitos filmes, eles colocam você em uma armadura e fazem você ter uma espada e ficam tipo 'Isso é forte'. E Aurora usa a cabeça e é honestamente a mais sábia das três [Aurora, Malévola e Ingrith]. Ela é a mais nivelada", completou.

Divulgação/Disney

 

Angelina Jolie ainda disse como a vilã da Disney é mais do que trajes alados e chifres. "Isso me lembra que existe uma parte de nós que é descontrolada. Nós apenas temos que ser quem somos”, afirmou.

“Não podemos ser menos do que somos. Não podemos ser menos honestos. Não podemos ser menos ferozes ”, relatou. "Temos que nos encontrar e ser livres com isso e ficar bem com isso”, acrescentou.

Malévola: Dona do Mal ainda conta com Harris Dickinson no lugar de Brenton Thwaites como o Príncipe Phillip, e Chiwetel Ejiofor como Conall e Ed Skrein como Borra, as novas criaturas mágicas. O filme tem ainda Sam Riley no papel de Diaval e Imelda Staunton de volta como intérprete de Knotgrass.

Crítica

Sobre a recepção, alguns profissionais da imprensa já deram sua opinião sobre o longa. O crítico Scott Menzel aprovou o enredo. “Malévola: Dona do Mal é uma sequência visualmente espetacular, que prova mais uma vez que Angelina Jolie nasceu para interpretar a personagem-título. Um conto de fadas moderno, onde mulheres duronas tomam o centro do palco. As sequências de batalha são épicas e os figurinos são fascinantes”, escreveu.

Courtney Howard, colaboradora da Variety, chegou a comparar o filme com outra produção de sucesso da Disney. “Malévola: Dona do Mal é tipo Piratas do Caribe: Tem muita enrolação e invenção, mas tem estrelas poderosas. Angelina Jolie, Michelle Pfeiffer e Elle Fanning são uma santíssima trindade com turbulentos arcos. Um figurino intrinsecamente detalhado e designer capilar que hipnotiza e surpreende”, comentou.

Já Scott Mendelson, da Forbes, destacou a ação do filme. “Não estava esperando que Malévola 2 iria com loucura total na fantasia de ação, com cenas de ação cheias de pancadaria, que se assemelha a um cruzamento entre Avatar e Os Gárgulas. Quando está no ritmo, ele detona. É facilmente o melhor conto de fadas live-action da Disney desde de Meu Amigo o Dragão”, opinou.

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Com direção de Joachim Rønning, de Piratas do Caribe - A Vingança de Salazar, e roteiro por conta de Linda Woolverton, Noah Harpster e Micah Fitzerman-Blue, Malévola - Dona do Mal chega aos cinemas na próxima quinta-feira (17). Confira o trailer:

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