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Cabeleireira é forçada a remover anúncio de emprego por discriminar pessoas tristes

Descrição pedia para "pessoas alegres" se candidatarem, o que gerou a controvérsia

Redação Publicado em 06/09/2020, às 10h26

Alison Birch, dona de um salão de beleza, foi acusada de discriminar pessoas tristes ao pedir para que "apenas pessoas felizes" se candidatassem a uma vaga de emprego
Alison Birch, dona de um salão de beleza, foi acusada de discriminar pessoas tristes ao pedir para que "apenas pessoas felizes" se candidatassem a uma vaga de emprego - Jacqueline Macou/Pixabay

Tudo o que Alison Birch não poderia imaginar ao colocar um anúncio de emprego para contratar um profissional para o seu salão de beleza, em Stroud, no Condado de Gloucestershire, na Inglaterra, é que alguém a acusaria de discriminar pessoas tristes.



Na descrição do anúncio, ela pedia alguém com cinco anos de experiência em salão, "confiante em barbearia, assim como em todos os aspectos de penteados de cabelo". O anúncio também recomendava - e aí é que surge o problema - que só os profissionais mais felizes e amigáveis poderiam se candidatar, já que o local é "um pequeno, atarefado e amigável salão".

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Alison enviou o anúncio para um agência de vagas de emprego e, na última quarta-feira (2), recebeu uma ligação de lá, informando que eles não poderiam veicular o anúncio já que a palavra "feliz" sugeriria um comportamento "discriminatório" por parte do salão. 

Ao telefone, funcionário informou: "Eu sinto muito, mas nós não podemos colocar o seu anúncio porque você colocou uma palavra discriminatória nele e nós precisaríamos mudá-lo". Sem entender, Alison questionou: "Eu realmente sinto muito, mas eu tenho certeza de que não coloquei. O que coloquei?"

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"Você disse que é um salão feliz e apenas pessoas felizes poderiam se candidatar", esclareceu o homem. "A palavra 'feliz' é discriminatória e nós não estamos autorizadas a utilizá-la. Eu posso ler para vocês as regras de discriminação, se você quiser, mas é um longo documento. Podemos mudar a palavra para o caso de alguém acreditar que não pode se candidatar para o trabalho porque ela não é uma pessoa feliz?"

Alison não aceitou e, ao invés disso, removeu o anúncio do site: "Eu estava sendo um pouco sensível demais e a palavra 'feliz' é discrimatória? Ou o mundo inteiro ficou louco?", questionou.

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No entanto, muitos de seus clientes concordaram com ela, assim que a dona do salão compartilhou a história em suas redes sociais: "O mundo ficou completamente louco. Isso significa que todas as palavras descritivas são discriminatórias? Feliz, alto, inteligente, elegante? Boa sorte com a sua busca", escreveu uma delas.

 


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