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Professor se masturba na frente de alunos em aula online e é afastado

O caso aconteceu com uma classe da Etec Parque da Juventude, de São Paulo

Redação Publicado em 18/06/2020, às 18h04

Professor é afastado após se masturbar na frente de alunos
Professor é afastado após se masturbar na frente de alunos - Pixabay

Um professor da Escola Técnica Estadual Parque da Juventude, em São Paulo, foi acusado de se masturbar durante uma aula online, na frente de seus alunos. Cleber Batista Souza foi afastado integralmente de suas funções.

De acordo com a colunita Mônica Bergamo, do jornal Folha de São Paulo, um comunicado emitido pelo Centro Paula Souza, responsável pela Etec, diz que foi registrado boletim de ocorrência contra o acusado na 9ª delegacia de Polícia Civil para que ele responda criminalmente pelo ato.

O ocorrido teria acontecido no último dia 13 de maio durante a aula em EAD, Eninso a Distânica, por conta da quarentena contra o coronavírus.

Uma gravação que flagrou o momento em que Cleber praticou o ato durante a videoconferência foi incluída no processo administrativo que investiga o caso. Alunos de Etecs disseminaram a hashtag #EtecsContraoAssedio para chamar atençã sobre o assédio sexual em ambiente escolar. Confira o comunicado do Centro Paula Souza na íntegra:

"A Assessoria de Comunicação do Centro Paula Souza informa que a direção da Etec Parque da Juventude, assim que tomou ciência do ocorrido, excluiu o professor imediatamente da plataforma de aulas online, no próprio dia 13 de maio. O Centro Paula Souza abriu processo administrativo contra o profissional e determinou o seu imediato afastamento com publicação no Diário Oficial do Estado no dia 16 de maio de 2020", diz a nota.

"A diretoria da unidade também registrou boletim de ocorrência na 9ª delegacia de Polícia Civil do Estado de São Paulo para que o professor responda criminalmente pelo ato. O processo administrativo, com todos os documentos e provas anexados, foi encaminhado à Procuradoria de Procedimentos Disciplinares, que pertence à Procuradoria Geral do Estado, a quem cabe decidir pela demissão do professor", completa o comunicado.

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"O Centro Paula Souza reafirma que repudia qualquer forma de desrespeito ou assédio e que todas as denúncias recebidas de forma oficial na instituição são analisadas para que providências cabíveis sejam aplicadas, quando comprovadas procedentes", conclui.

 

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