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Casa Branca responde Taylor Swift após críticas ao governo no VMA 2019

O vice-secretário da imprensa da Casa Branca, Judd Deere, se manifestou sobre as críticas de Taylor

Redação Publicado em 28/08/2019, às 11h51

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Taylor Swift consegue chamar a atenção da Casa Branca. Crédito: Reprodução/Instagram

A cantora Taylor Swift entrou de cabeça na luta pelas causas LGBT. Prova disso foi o discurso que a artista fez durante o MTV Video Music Awards, onde ela chamou a atenção para direitos e igualdade para os membros da comunidade.

No evento, que aconteceu na última segunda-feira (26), ela recebeu a estatueta de 'Vídeo do Ano', pelo clipe You Need To Calm Down. Lançado no mês do orgulho LGBT, a produção conta a presença de celebridades importantes da comunidade. Ao final dele, Taylor deixou um link para uma petição que insiste que o Senado norte-americano vote a favor da Lei de Igualdade.

A emenda em questão já passou pela aprovação da Câmara em maio deste ano e aguarda a decisão do Senado estadunidense desde então. Caso seja aceita, Donald Trump terá que transformá-la em lei.

O caso foi retomado por Swift na entrega do prêmio. "Essa premiação é votada por fãs. Então, obrigada, porque nesse vídeo foram feitas várias referências e isso significa que vocês querem um mundo onde somos tratados igualmente, independente de quem amamos ou de como nos identificamos", afirmou.

Na sequência, a cantora mencionou a petição, alfinetando o governo americano pela demora em se manifestar. "Nós merecemos direitos iguais sob a lei. Quero agradecer a todos que assinaram a petição, porque tem mais de meio milhão de assinaturas, o que representa cinco vezes a quantia necessária para garantir uma resposta da Casa Branca", reiterou Taylor.

Segundo a revista People, o governo de Barack Obama tinha uma política de responder a petições com determinada quantidade de assinaturas - o que foi provavelmente ao que Taylor se referia - mas o presidente Donald Trump não continuou com isso.

Parece que as tentativas da artista de chamar a atenção do governo americano funcionaram. O vice-secretário da imprensa da Casa Branca, Judd Deere, afirmou que o governo Trump se opõe à discriminação de qualquer tipo”, mas não iria apoiar o projeto.

“A Administração Trump se opõe absolutamente à discriminação de qualquer tipo e apoia o tratamento igual de todos; no entanto, o projeto de lei aprovado pela Câmara em sua forma atual está cheia de pílulas de veneno que ameaçam minar os direitos dos pais e da consciência”, disse Deere para a revista na terça-feira (27).

A declaração em nome da Casa Branca é idêntica à emitida em maio, antes do lançamento da petição de Taylor.

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