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Madonna discursa e faz show na Parada LGBTQ+ de Nova York: 'Sempre fui acolhida pela nação queer'

Rainha do pop apresentou ao vivo, pela primeira vez, durante a Parada LGBTQ+ de Nova York, a música 'God Control'

Redação Digital Publicado em 01/07/2019, às 11h37 - Atualizado às 11h37

Madonna em apresentação no evento Pride Island 2019, na Parada LGBTQ+ de Nova York
Madonna em apresentação no evento Pride Island 2019, na Parada LGBTQ+ de Nova York - Reprodução/YouTube

A noite de domingo (30) foi especial para a população LGBTQ+ de Nova York, especialmente para os fãs da cantora Madonna, que viram a rainha do pop se apresentar ao vivo no evento Pride Island, parte da Parada LGBTQ+ da cidade. 

Durante seu show, Madonna fez uma homenagem aos 50 anos da Revolta de Stonewall, ocorrida em 28 de junho de 1969, o primeiro movimento organizado da comunidade LGBT. "50 anos de liberdade, de luta. 50 anos de luta contra discriminação, ódio e indiferença. 50 anos de sangue, suor e lágrimas", declarou. "Estivemos juntos nessa jornada e eu estou tão orgulhosa e honrada de dividir esta noite histórica com vocês. É insano! É como se eu tivesse esperado toda a minha vida por este momento."

Madonna ainda dividiu com o público uma história pessoal. "Vocês não fazem ideia disso, mas desde que eu vim para Nova York, como uma jovem garota, eu sempre fui acolhida pela nação queer. Eu sempre me senti excluída, mas vocês fizeram eu me sentir incluída", afirmou. "Vocês precisam saber o quanto eu amo cada um aqui hoje. Obrigada por todos esses anos me apoiando."

O discurso da cantora veio logo após a apresentação da música American Life e antes da estreia ao vivo de God Control, single do seu mais recente disco, Madame X. Entre as duas canções, Madonna trocou seus saltos por botas, no palco, e brincou: "Vocês já me viram me masturbando pelo mundo inteiro, não vejo problema em me verem trocando de sapatos."

Antes de iniciar God Control, música que ganhou um polêmico e violento clipe em crítica ao porte de armas, Madonna voltou a falar sobre o problema. "O maior problema da América é a segurança contra armas e o controle das armas. É algo que tem afetado desproporcionalmente nossas comunidades marginalizadas."

Ao todo, Madonna cantou quatro músicas no show. A abertura foi com Vogue, música de 1989 em que ela tomou emprestado o movimento nascido nos bailes marginalizados, naquela época, da comunidade LGBT. Todos os seus dançarinos apareceram, no palco, vestidos como a cantora. 

++ Anitta pode estar buscando patrocinadores para clipe de 'Faz Gostoso' com Madonna

Já a canção que encerrou o show foi outra estreia ao vivo, I Rise, outra faixa do disco Madame X

Confira, abaixo, um trecho do show:

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