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Pride » MÚSICA

Conheça os 10 maiores ícones LGBTQ+ do rock

De Freddie Mercury à Michael Stipe, do R.E.M, confira lista com artistas LGBT+ do rock mundial

Saulo Tafarelo Publicado em 19/06/2020, às 08h19 - Atualizado às 09h59

Ícones do rock mundial fazer parte da comunidade LGBT+, saiba quem são
Ícones do rock mundial fazer parte da comunidade LGBT+, saiba quem são - Divulgação

Quando pensa-se no gênero do rock as pautas LGBT+, por muitas vezes, passam longe. Contudo, ao contrário do que muitos pensam, vários artistas do gênero também fazem parte da comunidade LGBT+, assumindo sua sexualidade e suas afetividades para todo seu público.

Assim, alguns ícones do rock que fizeram e ainda fazem sucesso são membros da comunidade, deixando de lado o estigma e encarando de frente o preconceito fora e dentro do meio musical. 

Mesmo não sendo ativistas da causa, alguns nomes como Freddy Mercury e Rob Halford se destacam quando o assunto é transgredir padrões e se posicionar do jeito que são.

Outros foram além, a exemplo de Otep Shamaya e Laura Jane Grace, que incorporaram a luta e mostraram para todos que vieram para abalar o mundo com seus timbres e atitudes fortes.

Confira abaixo 10 ícones do rock que são da comunidade LGBT+: 

Freddie Mercury - Queen

O primeiro ícone dessa lista não poderia ser ninguém menos que Freddie Mercury, vocalista e fundador da banda Queen em 1970. O intérprete de Bohemian Rhapsody era bissexual, tendo se relacionado com homens e mulheres ao longo de sua carreira. Mesmo não assumindo publicamente seus relacionamentos homoafetivos nem sendo um ativista engajado da causa, Freddie quebrou barreiras com seu inigualável estilo performático, sendo um dos maiores compositores e cantores de todos os tempos segundo a crítica. Em 2018, um filme sua sobre sua vida foi lançado sob o nome de Bohemian Rhapsody, na qual Rami Malek ganhou o Oscar de melhor ator e várias facetas de sua vida são retratadas, bem como suas relações com outros homens.

Rob Halford - Judas Priest

O músico inglês de heavy metal de 67 anos foi um dos primeiros a assumir a homossexualidade. Adentrou o Judas Priest em 1973 e em 1998 se declarou gay em uma entrevista à MTV News. Além do Judas Priest, em que alcançou fama mundial, ele também é vocalista das bandas Halford, 2wo e Fight, tendo, além disso, assumido o papel de vocalista por três shows da banda Black Sabbath. É considerado um dos melhores vocalistas de Rock e de Metal do site especializado Loudwire. Rob também tem seu prórpio selo de gravação, o Metal Gold Entertainments.

Doug Pinnick -  King's X

O baixista, co-vocalista e compositor da banda de hard rock King's X se assumiu publicamente como homossexual em 1998. Ele é reconhecido por sua voz forte que remete a hinos do gênero Gospel. Depois de se assumir, o selo Diamante Music Group cancelou a distribuição do material da banda King's X em lojas cristãs. Pinnick se identifica como agnóstico e, em entrevista à Billboard em 2017, ele disse que a indústria e os fãs o aceitou normalmente.

Roddy Bottum - Faith No More

O músico americano de 55 anos é conhecido por ser o tecladista da banda de rock Faith No More, formada em 1979 em São Francisco. Considerada uma das bandas de rock mais importantes dos anos 1990, com os hits Epic e Falling to Pieces, o tecladista se assumiu homossexual em 1993, desafiando o mundo conservador e heterossexual do heavy metal da época.

Gaahl - Gorgoroth

O norueguês já foi vocalista de várias bandas de Black Metal ao longo da carreira, ficando mais conhecido por sua atuação no grupo Gorgoroth. Abertamente homossexual, desde 2008 está num relacionamento com Robin Jakobsen, 15 anos mais novo que o músico. Em 2010 ganhou o prêmio de "gay do ano" no Bergen Gay Galla, de uma cidade da noruega. Na ocasião, ele disse ao jornal local Bergensavisen: “Não preciso de um prêmio para ser eu mesmo. Mas se isso ajudar as outras pessoas que participam da mesma cena que eu, é algo de positivo”.

Lou Reed - The Velvet Underground 

Reed foi um importante cantor, compositor e guitarrista norte-americano, sendo um dos vocalistas da banda The Velvet Underground, formada em 1964. Lou Reed era abertamente bissexual, tendo uma amante travesti que foi, segundo boatos, a inspiração do álbum chamado Coney Island Baby, já em sua carreira solo. Uma música de 1974 chama a atenção, em que ele possivelmente narra um episódio em que foi torturado por ser LGBT. A música se chama Kill Your Sons e descreve uma cena em que ele leva choques elétricos de psiquiatras. 

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Michael Stipe - R.E.M

Michael foi o vocalista da extinta banda de rock R.E.M, formada em 1980. A banda ficou conhecida como uma das vanguardistas da cena de rock alternativo dos anos 1990, tendo inspirado outros grupos muito famosos da época. O vocalista se assumiu publicamente homossexual através da imprensa norte-americana na década de 2000, dizendo à revista Spin que não queria se assumir na década de 1980 por medo de seus direitos civis serem desrespeitados. Na entrevista à Spin ele ainda afirmou não saber o quão útil sua declaração era para outros indivíduos.

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Laura Jane Grace - Against Me! 

Aos 38 anos, ela é cantora, fundadora, guitarrista e compositora da banda Against Me!, fazendo parte também do Laura Jane Grace & The Devouring Mothers. Laura é uma das poucas conhecidas cantoras transgênero que fazem parte do cenário do punk rock, sendo que ela se assumiu publicamente como uma mulher trans em 2012. Ela lançou em 2018 uma autobiografia chamado de Tranny: Confissões da Anarquista mais Infame e Vendida do Punk Rock, em que fala também de seu processo de transição. Em 2019, através de seu Instagram, Laura revelou que fez um procedimento de femininazação facial, compartilahndo a novidade dizendo que ser trans "era uma viagem louca."

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Mina Caputo - Life of Agony

Cantora e fundadora da banda de heavy metal Life Of Agony, em 1989, ela se assumiu publicamente como uma mulher trans em 2011. O último álbum da banda lançado se chama A Place Where There Is No More Pain e marca seu primeiro trabalho após a transição, na qual as músicas remetem às suas inseguranças e decepções. 

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Otep Shamaya - Otep

A cantora e compositora fez sua estreia nos palcos com a banda de hard rock Otep, nos anos 2000. Assumidamente lésbica, Shamaya já foi nomeada para o prêmio de melhor artista musical em 2010 pela organização LGBT GLAAD e mais recentemente, em 2016, escreveu a canção Equal Rights, Equal Lefts (do álbum Generation Doom), na qual convoca a comunidade LGBTQ+ a se unir. Além disso, é uma ferrenha crítica do governo de Donald Trump e também falou sobre a complicada situação da comunidade LGBTQ+ na Chechênia.


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