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Mês da consciência negra: 9 livros para conhecer mais sobre o assunto

Selecionamos narrativas para quem deseja refletir e se aprofundar mais no tema

Redação Publicado em 03/11/2020, às 15h04

Mês da consciência negra: 9 livros para conhecer mais sobre o assunto
Mês da consciência negra: 9 livros para conhecer mais sobre o assunto - Reprodução/Amazon

Você sabia que no dia 20 de novembro é celebrado o Dia da Consciência Negra? A data foi escolhida como uma homenagem à Zumbi dos Palmares, último líder do Quilombo dos Palmares e fundamental na luta contra a escravidão, assassinado em 1695. Por isso, o mês de novembro é conhecido como o mês da consciência negra, com o objetivo de ressaltar a importância de debatermos questões como o racismo, discriminação, igualdade social e inclusão em nossa sociedade.

E para garantir ainda mais conhecimento sobre o tema, selecionamos diversos livros disponíveis na Amazon que abordam o assunto com profundidade. Dá só uma olhada e não deixe de garantir os seus:

 

1. Pequeno manual antirracista: https://amzn.to/33uceXZ 

 

Neste livro, você encontrará onze lições breves para entender as origens do racismo e como combatê-lo. Em capítulos curtos e contundentes, a autora apresenta caminhos de reflexão para aqueles que queiram aprofundar sua percepção sobre discriminações racistas estruturais e assumir a responsabilidade pela transformação do estado atual.

 

2. Minha História: https://amzn.to/3eqZhDN

 

Em suas memórias, um trabalho de profunda reflexão e com uma narrativa envolvente, Michelle Obama convida os leitores a conhecer seu mundo, recontando as experiências que a moldaram. Um relato íntimo e singular de uma mulher com alma e consistência que desafiou constantemente as expectativas, e cuja história nos inspira a fazer o mesmo.

 

3. Racismo Estrutural: https://amzn.to/2TNe423

 

O racismo está infiltrado nas instituições e na cultura, gerando condições deficitárias a priori para boa parte da população. É a partir desse conceito que o autor Silvio Almeida apresenta dados estatísticos e discute como o racismo está na estrutura social, política e econômica da sociedade brasileira.

 

4. Hibisco roxo: https://amzn.to/34QbqPv

 

A adolescente Kambili mostra como a religiosidade extremamente “branca” e católica de seu pai, Eugene, famoso industrial nigeriano, inferniza e destrói lentamente a vida de toda a família. O  romance também apresenta um retrato contundente e original da Nigéria atual, mostrando os remanescentes invasivos da colonização tanto no próprio país, como, certamente, também no resto do continente.

 

5. Mulheres, raça e classe: https://amzn.to/328bCrH

 

Um livro de extrema necessidade para todos começarem a ler. A autora mostra a necessidade da não hierarquização das opressões, ou seja, o quanto é preciso considerar a intersecção de raça, classe e gênero para possibilitar um novo modelo de sociedade. Denuncia o encarceramento em massa da população negra como mecanismo de controle e dominação. 

 

6. Torto arado: https://amzn.to/364inMa

 

No sertão baiano, as irmãs Bibiana e Belonisia encontram uma velha e misteriosa faca na mala guardada sob a cama da avó. Ocorre então um acidente e, para sempre, suas vidas estão ligadas. Numa trama conduzida com maestria e com uma prosa melodiosa, o romance conta uma história de vida e morte, de combate e redenção.

 

7. Quarto de despejo: https://amzn.to/360P9Oj

 

O diário da catadora de papel Carolina Maria de Jesus deu origem à este livro, que relata o cotidiano triste e cruel da vida na favela. A linguagem simples, mas contundente, comove o leitor pelo realismo e pelo olhar sensível na hora de contar o que viu, viveu e sentiu nos anos em que morou na comunidade do Canindé, em São Paulo, com três filhos.

 

8. Eu, Tituba: Bruxa negra de Salem: https://amzn.to/364ukS4

 

A história de Tituba é a história das mulheres da diáspora e do povo negro. É também a história de todas as pessoas que seguem a própria verdade, em vez de professar a fé do colonizador. É a história dos e das dissidentes e dos seres de alma livre. Por isso é uma história bela e complexa, cujo final, a despeito dos infortúnios, é sempre benfazejo, pois é a história dos que resistem.

 

9. Quem tem medo do feminismo negro?: https://amzn.to/35ZUDJ5

 

No texto de abertura, a filósofa e militante recupera memórias de seus anos de infância e adolescência para discutir o que chama de “silenciamento”, processo de apagamento da personalidade por que passou e que é um dos muitos resultados perniciosos da discriminação.  Ela também aborda temas como os limites da mobilização nas redes sociais, as políticas de cotas raciais e as origens do feminismo negro nos Estados Unidos e no Brasil. 

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